Cuidado quando eles falam de "revolução"...


Revolução nunca trouxe nada de bom...
Nada que uma Evolução, natural e progressiva, não possa trazer sem sangue ou prejuízos. Além de não ter a durabilidade de efeitos desta.
As conquistas da revolução só podem ser mantidas pelo terror e pela opressão. As da evolução, são mantidas naturalmente. E em contínua adaptação e evolução.
Algumas "revoluções", apoiadas no espírito progressista, positivista, trouxeram inovações... Mas também grandes perdas!


REVOLUÇÕES E PERDAS:


Reforma Protestante (1517): Enfraqueceu a autoridade espiritual e o poder político da Igreja Católica, uma instituição tradicional e aglutinante, que foi a "cola" da Europa durante toda a Idade Média.

Revolução Francesa (1789): Pá de cal no Antigo Regime, deu início ao período moderno da História, o secularismo, os valores burgueses, racionalistas e materialistas, a economia liberal, a democracia liberal e as demais formas modernas - e degeneradas - de Estado. Sem falar do aumento da influência da maçonaria, em detrimento da Igreja.

Revolução Industrial (1760-1840): abandono definitivo do meio natural e do modo de vida natural e equilibrado, baseado nos valores materialistas e financeiros da "nova aristocracia do dinheiro": a burguesia. O indivíduo atomizado, é destituído de seus laços mais profundos com a terra onde nasceu, com a comunidade orgânica a que pertence, para tornar-se um homem-massa, mais um na multidão de trabalhadores-consumidores, mais uma peça na engrenagem burguesa, que a tudo, homens e Natureza, atropela. Como um rolo-compressor movido a dinheiro.

Golpe da República (1889): substitui um legítimo e estável governo monárquico por uma forma capenga de república, que vem claudicando até hoje; com vários golpes e destituições presidenciais. Com uma tomada de poder na marra (golpe) os militares, apoiados no positivismo maçônico, destituíram um monarca super preparado (D. Pedro II), a despeito da vontade do povo.

Revolução Bolchevique (1917): Baseada nas teses de Marx (marxismo), os bolcheviques russos, liderados por Lênin e Trotski, derrubaram  a monarquia do Império Russo, assassinando o Tzar Nicolau II e sua família. Não contentes, assassinaram todos os "burgueses": empresários, técnicos, profissinais liberais... Idependente de quão uteis estes podiam ser para o País e implementando medidas econômicas que, em pouco tempo, levarem o país à bancarrota e o povo à fome. Chegando Stalin, ao poder, este cuidou de exterminar toda a elite burocrata bolchevique anterior, destruiu igrejas e perseguiu e assassinou cristãos de tal forma que pensou-se que o cristianismo seria extinto na Rússia. Empreendeu o confisco dos alimentos e terras dos camponeses, levando-os à morte por inanição, fenômeno que repetiu-se, em grandes proporções na Ucrânia (1932), matando cerca de 6 milhões de vítimas!

Revolução sexual (1968): baseada nas teorias de Gramsci e da Escola de Frankfurt, os marxistas, desta vez - e não satisfeitos com as desgraças e milhões de mortes causadas pela aplicação dessa absurda ideologia na extinta URSS e países satélites - adotaram uma estratégia mais "cultural"; buscando desestruturar a sociedade "por dentro", relativizando conceitos perenes como religião, nacionalidade, moral, beleza, gênero sexual... Tudo, disfarçado sob o rótulo do "politicamente correto". O resultado é a sociedade degenerada e caótica que vemos hoje, a chamada "sociedade líquida". Liquefeita a sociedade, basta apenas que, agora, se esvaia pelo ralo da História.  

Outras revoluções desastrosas:

Revolução Cubana (1959): Execuções sumárias e más condições carcerárias, entre outros fatores,levam à morte cerca de 85 mil pessoas.
Revolução Cultural Chinesa/Maoísta (1966): perseguição política e fome levam à morte cerca de 30 milhões de pessoas, nessa experiência marxista à chinesa.
Revolução do Camboja (1975): engenharia social e políticas agrárias desastrosas levam ao assassinato e à morte por inanição de cerca de 1,5 milhões de cidadãos.

Por isso, toda vez que falarem de "revolução", é preciso saber bem do que se está falando. Devemos avaliar o que estamos perdendo nessa "revolução", para que não estejamos a apoiar a "involução" ou a simples "destruição" de tudo que tem valor, independente do tempo em que vivemos.

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