O HOMEM É NATURALMENTE AGRESSIVO. E ISSO É (OU PODE SER) BOM!

Notório é, que a agressividade é algo natural, inevitável ao homem. Seria inútil, portanto, tentar suprimir, sobretudo nos jovens, a agressividade. É preciso controlá-la e dar-lhe uma nobre direção, para que não conduza à estéril e perigosa violência delinquente, voltada à sociedade e a si mesmo, à autodestruição.

Sabe-se que Rousseau pregou a teoria do "bom selvagem", segundo a qual o ser humano nasce bom e é então a sociedade, ao educá-lo com violência e agressão, que corrompe sua boa e pacífica natureza.

No entanto, até agora não foi dada uma única demonstração convincente de qualquer grupo humano que seja inteiramente livre de agressividade. Nem entre os povos primitivos, nem entre os povos civilizados. Por exemplo: o homem em cada cultura tem uma tendência a se vestir - especialmente com roupas tradicionais e uniformes - de modo a parecer maior e impressionante, acentuar a musculatura e destacar o ombros.
Comunidades humanas tendem a valorizar a agressividade - mesmo as que se dizem pacifistas - através de histórias de guerra e antigos mitos e lendas. Chegam a utilizar brasões que referem-se a animais agressivos, fazendo uso extensivo de águias, leões, dragões, etc.

Naturalmente o homem também tem a tendência inata para defender seu território, de qualquer tamanho ou natureza que seja. A agressividade que entra em ação quando é necessário repelir um intruso - em uma casa, em uma praça ou em uma nação, não importa - é a mesma que permitiu a muitos povos expandirem-se e crescerem, mesmo em áreas inóspitas. Mesmo numa biblioteca podemos ver esse mecanismo em ação quando, estando só um indivíduo, vê chegar um desconhecido e este senta-se ao seu lado. Logo o que estava antes só, chega sua cadeira mais pro lado, começa a erguer pequenas muralhas como livros, réguas, lápis, etc.

A sexualidade masculina, vista, hoje em dia, como excessiva ou ameaçadora por feministas anti "cultura do estupro", é outro exemplo de agressividade natural e necessária ao homem: em certas épocas e situações essa sexualidade "excessiva" foi necessária ao macho e útil às sociedades que estavam em vias de extinção, para que o o macho mais forte (alfa) fecundasse múltiplas fêmeas para que estas gerassem indivíduos fortes, futuros guerreiros e cidadãos de um povo forte. Deste modo, o pênis foi sua principal arma de expansão e continuidade, canalizando da maneira certa seu instinto natural. E da mesma forma deviam fazer hoje os homens, em tempos de declínio preocupante das taxas de natalidade nos países ocidentais.

Notório é, que a agressividade é algo natural, inevitável ao homem. Seria inútil, portanto, tentar suprimir, sobretudo nos jovens, a agressividade. É preciso controlá-la e dar-lhe uma nobre direção, para que não conduza à estéril e perigosa violência delinquente, voltada à sociedade e a si mesmo, à autodestruição.
Que seja utilizada nas competições desportivas, na geração de uma raça, na atividade física, na luta pela defesa da pátria e da comunidade ameaçada. Canalizar, em suma, a agressividade para objetivos saudáveis e, porque não, que possam ter também um valor moral. Porque o ser humano não nasce bom, mas é o que é: o resultado de uma longa seleção natural, que o levou a ser, com certeza, o animal mais inteligente, mas certamente não o menos agressivo.
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