UM ESTADO IDEAL

Talvez, o ideal seria um antiliberalismo mais radical, aristocrático, intransigentemente antidemocrático e antipopulista. Não orientado para o povo ou os para os valores do povo (da mediocridade), mas para os valores de uma elite de homens verdadeiramente nobres.

O povo não merece governar. Os nobres que não merecem esse nome, também não. Apenas o homem de valor, o verdadeiro nobre - o arya, em seu sentido primeiro - merece essa honra. E com isso, com essa honra, honrará aqueles a quem governa.

O soberano não deve rebaixar sua vontade e seus valores às vontades e valores do povo (da mediocridade de pobres ou ricos). Mas deve elevar seu povo ao seu alto objetivo, aos seus altos valores. O nobre soberano deve ser um sumo educador. Ele deve ser um criador de grandes homens e fazer de sua nação uma terra fértil para o germinar desses nobres, dentre seu povo.
E como se aduba a terra para que fortes plantas e árvores germinem, para que grandes homens se desenvolvam? Claro está que esse grandes homens serão homens de exceção. Pois a excelência é sempre exceção.

Qual, pois, deve ser o "adubo' dessa terra?
Ter o que cultuar: a nação, a pátria, os ancestrais, o lar, a família, uma Fé, uma Tradição... O solo sagrado onde fincar raízes profundas;
A necessidade e as condições de se educar a si mesmo (competição, guerra, luta pela sobrevivência, exemplos inspiradores, veneráveis) E o espaço vazio, necessário para crescer, espalhar seus galhos.



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