MARXISMO E JUDAÍSMO



Ainda antes dos anos 30, duas ideologias (mesmo que uma delas goste de ser chamada de religião) andavam já de mãos dadas: o marxismo e o judaísmo. A primeira a ser usada no campo político. A segunda a ser usada no campo religioso e social. Ambas, projetos (ou um único projeto?) da mesma mente coletiva ardilosa, doentia. Ambas, contavam em suas fileiras, muitas vezes, com indivíduos da mesma origem; quando não, com os mesmos indivíduos.

Já nos anos 50 (em 1953, O Instituto para Pesquisa Social foi formalmente restabelecido em Frankfurt), derrotado o seu inimigo - a terceira teoria política, o nazi-fascismo - evoluiriam ambas para a mesma agenda liberal, o mesmo projeto - ao qual na verdade sempre serviram:
o marxismo como neomarxismo gramsciano, abandonando a luta econômico-social da causa propriamente trabalhista, para dedicar-se a subversão cultural. Já o judaísmo, assumindo de vez sua face capitalista e usurária, transmutando-se em sionismo internacional e globalismo econômico e cultural, através da ação dos donos do capital internacional.

Donos esses, que continuam os mesmos desde bem antes dos anos 30 do século XX, até o atual século.
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